sexta-feira, 22 de junho de 2012

Benefícios do Pilates na Incontinência Urinária

Fonte: Internet
A incontinência urinária é uma perda involuntária de urina chegando à um problema social ou higiênico. As causas são diversas, porém na maioria dos casos pode-se citar a idade avançada, a gravidez, o parto, a diminuição dos hormônios femininos na menopausa, o tratamento do câncer de próstata e as incapacidades físicas e mentais.

Algumas causas que podem agravar são:

Sedentarismo - não praticar atividade física associada a longo período de permanência na posição sentada causam diminuição da força da musculatura do períneo.

Tabagismo - a nicotina diminui a sintese e a qualidade do colágeno, necessário na elasticidade muscular, com isso à um surgimento de contrações involuntárias da bexiga. O excesso de tosse, comum nas pessoas que fumam, causa danos aos tecidos de sustentação da uretra e da vagina.

Doenças Pulmonares Crônicas - a tosse provoca um aumento da pressão intra-abdominal em relação à pressão da uretra.

Doenças Neurológicas - podendo ser de origem centrar ou periférica como na doença de Parkison, esclerose múltipla, lesão do cone medular entre outras.

Consequências de algumas cirurgias

Uso de diuréticos

Infecção urinária

Diabetes - há uma alteração na inervação local e à maior predisposição de adquirir infecção urinária, consequentemente levando a incontinência urinária.

Outras causas podem ser de duração mais prolongada, até mesmo permanente: hiperatividade do músculo da bexiga, fraqueza nos músculos que sustentam a bexiga no lugar, fraqueza no esfíncter
uretral (músculo que fica ao redor da uretra), problemas congênitos, aumento da próstata, lesões da coluna espinhal, cirurgias ou doenças envolvendo nervos e/ou músculos ( esclerose múltipla, distrofia muscular, poliomielite, acidente vascular cerebral). Em vários casos, alguns fatores estão associados como causa da incontinência.

A necessidade de ir ao banheiro imediatamente, a perda de urina durante o sono ou depois de algum esforço como tossir ou pegar peso, não perceber que a bexiga está cheia são situações mais comum do que se imagina.

A incontinência urinária é dividida em vários tipos:

  • De esforço - acontece quando a pressão abdominal é superior a pressão de fechamento da uretra, causando uma perda involuntária de urina em esforços como tossir, espirrar ou levantar peso. Ocorre uma deficiência no suporte vesical e uretral que é feito pelos músculos do assoalho pélvico ou por uma fraqueza ou lesão do esfíncter uretral.
  • De urgência - ocorre quando a bexiga está hiperativa, ou seja, contrai sem o comando ou desejo de que ela faça isso. Existem várias causas para essa condição. A bexiga torna-se hiperativa devido à uma infecção urinária que irrita a mucosa da bexiga ou por alterações nos nervos que normalmente controlam a bexiga e em muitos casos a causa pode não ser detectada.
  • Mista - é uma combinação entre a de esforço e a de urgência.
  • Paradoxal - o indivíduo não consegue eliminar toda a urina da bexiga, causando sensação de gotejamento após a micção.
  • Bexiga nervosa - normalmente a mulher deve ser capaz de suprimir o desejo de urinar e neste caso, ao tentar ocorre uma contração involuntária do musculo detrusor da bexiga, escapando urina.
  • Incontinência por transbordo - quando a bexiga não é esvaziada por longos períodos, tornando-se tão cheia que a urina simplesmente sai. Isso ocorre quando existe uma diminuição da sensibilidade da bexiga, não percebendo que ela está cheia, existe uma fraqueza da bexiga ou obstrução da uretra dificultando o esvaziamento normal. A principal causa do transbordamento é um aumento da próstata com obstrução da uretra, por essa razão é mais comum em homens. Porém, a fraqueza da bexiga e a diminuição da sensibilidade pode ocorrer em ambos os sexos, sendo mais comum em pessoas com diabetes, uso crônico de bebida alcoólica e problemas que diminuem a função neuronal.
  • Enurese noturna - perda da urina durante o sono. Quando a pessoa apresenta duas ou mais causas de incontinência.
Embora atingindo todas as idades e de ambos os sexos, a incontinência urinária é mais suscetível nas mulheres, apresentando uma probabilidade maior de desenvolvê-las. A musculatura mais forte, a uretra mais longa e a presença da próstata contribuem para os índices mais baixos entre os homens.

Fonte: Internet

O tratamento para incontinência pode ser feito desde co convencional até o cirúrgico. O Pilates aparece como um novo tratamento alternativo e também de prevenção, tendo como um dos principais objetivos o fortalecimento da musculatura pélvica - favorecendo um maior controle sobre o fluxo urinário.

Com a prática regular do Pilates, ficamos menos predisposto à doenças, já que, durante as aulas contraímos a musculatura da região abdominal, períneo ( área entre ânus e uretra) e assoalho pélvico.

É importante que o aluno que pratica Pilates seja avaliado quanto ao nível de consciência dessa musculatura e do padrão respiratório correto durante as atividades. A "MANOBRA DE VALSALVA", quando prendemos a respiração durante o exercício deve ser evitada, pois esse ato aumenta ainda mais a pressão intra-abdominal e ocasiona maior sobrecarga ao assoalho pélvico, que se fadiga mais rápido e torna-se incapaz de manter-se contraído. Resultando na perda involuntária de urina - evento totalmente constrangedor e indesejável. 

Por isso, é sempre importante relembrar que os casos de incontinência urinária devem ser acompanhados por um médico que irá avaliar e poderá indicar o Pilates como uma solução para o problema. Ao fisioterapeuta e/ou instrutor de Pilates, caberá a tarefa de desenvolver e aplicar um plano de reeducação do assoalho pélvico, um tratamento individualizado e que responda às necessidades de cada pessoa paciente.


Fonte: http://www.revistapilates.com.br/category/incontinencia-urinaria-2/

Um comentário:

  1. Ta rolando um sorteio no blog!Participa?http://gaarota-independente.blogspot.com.br/2012/06/sorteio-do-livro-amigos-inimigos.html


    Bjks da Bia!

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